Psicoses e vidas passadas

28Mai

Notas e pesquisa sobre o assunto: Como deve ser encarado o problema da doença mental sob a ótica espírita? Quais os elementos envolvidos nesse processo de tanta dor? Qual o papel da família que tem em seu seio um doente?

Atualmente a palavra loucura que sempre foi utilizada para designar os portadores de algum distúrbio psíquico está fora de moda, foi substituída pelos termos deficiência mental, transtornos mentais ou psicoses, isso porque nas últimas décadas a doença mental tem sido tratada de forma mais racional, mais humanizada. A classe médica e mesmo a sociedade civil em geral vem mudando a maneira como encara esse distúrbio.

Mas nem sempre foi assim.

” O francês Michel Foucault, em seu livro A História da Loucura na Idade Clássica lançado em 1978, estabeleceu um paralelo entre a loucura e a lepra. A lepra, na Antigüidade, era objeto de exclusão e supressão das pessoas da sociedade; o portador da doença era o bode expiatório culpado de causar males aos outros. Os vales dos leprosos eram lugares ermos, afastados das cidades, em que se “depositavam” todos os doentes leprosos escorraçados do convívio social comum. A loucura, sobretudo a partir da Idade Média, ocupou o lugar da lepra, como alvo da brutalidade dos homens ditos normais. A Loucura, nas palavras de Foucault, seria o novo “espantalho”, que estabeleceu com a sociedade uma relação de divisão e exclusão. A doença mental era encarada como resultado da presença demoníaca, da força maligna na sua plena ação. O louco era submetido a sessões de tortura física e psicológica; não havia compreensão, o que havia era um sentimento de ódio e de temor, as pessoas tinham medo dos doentes mentais.” (1) (mais…)

Por joao_batista em Blog

DE LUZ E DE AMOR… de Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier

24Mai

«Mas, voltemos aos nossos propósitos, cumprindo-nos reconhecer nos Evangelhos uma luz maravilhosa e divina, que o escoar incessante dos séculos só tem podido avivar e reacender. É que eles guardam a súmula de todos os compêndios de paz e de verdade para a vida dos homens, constituindo o roteiro de luz e de amor, através do qual todas as almas podem ascender às luminosas montanhas da sabedoria dos Céus […]

«Os Espíritos encarnados não conseguiram a eliminação dos laços odiosos da vaidade e da ambição, sentindo-se traídos em suas energias mais profundas, contraindo débitos penosos, perante os tribunais da Justiça Divina.

(mais…)

Por carmen em Blog

Reencarnação e Evolução

24Mai

“Cada encarnação encontra, na alma que recomeça vida nova, uma cultura particular, aptidões e aquisições mentais que explicam sua facilidade para o trabalho e seu poder de assimilação; por isso dizia Platão: “Aprender é recordar-se!”

Nossa ternura espontânea por certos seres deste mundo explica-se facilmente. Já os havíamos conhecido, em outros tempos, já os encontráramos. Quantos esposos, quantos amantes não têm sido unidos por inúmeras existências, percorridas dois a dois! Seu amor é indestrutível, porque o amor é a força das forças, o vínculo supremo que nada pode destruir. (mais…)

Por joao_batista em Blog

Em Destaque: “O Sistema” – de Pietro Ubaldi

22Mai

Este livro, traduzido por Carlos Pastorino, tem por subtítulo – GÉNESE E ESTRUTURA DO UNIVERSO.

Nas primeiras páginas podemos ler o seguinte sobre esta obra de Ubaldi:

- «Terminada a tradução da obra, O Sistema, de Pietro Ubaldi, feita com a alegria imensa do garimpeiro que vai descobrindo em cada nova linha uma pepita de ouro do mais puro, não me contenho em rascunhar a impressão que me ficou dessa leitura meditada, do estudo dessa revelação nova trazida a nós em plena segunda metade do século XX. Desde a infância, o estudo desses problemas, através das obras da Teologia Católica, primeiramente, e mais tarde através das publicações oficiais do Espiritismo, do Protestantismo, da Teosofia, do Esoterismo, da Antroposofia, dos Rosa-Cruzes, das obras mais antigas da Índia, do Egipto e da China, o estudo de tudo isto deu-me uma impressão de incerteza e de tateamento, ou então de afirmativas sem bases no campo racional. Não há, em todas essas doutrinas, respeitabilíssimas sem dúvida, porque representam o labor da mente concreta que busca o conhecimento através de suas próprias forças – não há uma unidade completa que una tudo numa única visão de conjunto. Por isso, através da leitura estudada e meditada da obra de Ubaldi, cheguei à conclusão de que o universo é de facto um todo único, cujo centro é Deus.   Ver MAIS

Por carmen em Blog

Discernir o que é verdadeiro do que é falso, o que é racional do que é lógico

21Mai

Há, porém, um ponto ainda mais importante, sem o qual tal ensino só teria produzido alguns frutos, ou nenhum. Sabemos que os Espíritos estão longe de possuir a soberana ciência e que se podem enganar; que, muitas vezes, emitem as próprias idéias, justas ou falsas; que os Espíritos superiores querem que o nosso julgamento se aperfeiçoe em discernir o verdadeiro do falso, o que é racional daquilo que é ilógico. Eis por que jamais aceitamos, seja o que for, de olhos fechados. Logo, não poderia haver ensino proveitoso sem discussão. Mas, como discutir comunicações com médiuns que não admitem a menor controvérsia, que se ofendem com uma observação crítica, com um simples comentário, e ficam contrariados quando não são aplaudidos pelas coisas que recebem, mesmo aquelas eivadas das mais grosseiras heresias científicas ? (mais…)

Por joao_batista em Blog

Doutrina – falta de formação doutrinária

20Mai

Sem a formação doutrinária, não teremos um movimento espírita coeso e coerente. E, sem coesão e coerência, não teremos Espiritismo. Essa a razão por que os Espíritos Superiores confiaram às mãos de Kardec o pesado trabalho da Codificação. Kardec teve de arcar, sozinho, com a execução dessa obra gigantesca. Só ele estava em condições de realizá-la.

Depois de Kardec, o que vimos? Léon Denis foi o único dos seus discípulos que conseguiu manter-se à altura do mestre, contribuindo vigorosamente para a consolidação da Doutrina. Era, aparentemente, o menos indicado. Não tinha a formação cultural de Kardec, residia na província, não convivera com ele, mas soubera compreender a posição metodológica do Espiritismo e não a confundia com os desvarios espiritualistas da época. Depois de Denis, foi o dilúvio. (mais…)

Por joao_batista em Blog

“O Cristo inconfundível” in “A Caminho da Luz”

20Mai

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«Mas Jesus assinala a sua passagem pela Terra com o selo constante da mais augusta caridade e do mais abnegado amor. Suas parábolas e advertências estão impregnadas do perfume das verdades eternas e gloriosas. A manjedoura e o calvário são lições maravilhosas, cujas claridades iluminam os caminhos milenários da humanidade inteira, e sobretudo os seus exemplos e actos constituem um roteiro de todas as grandiosas finalidades, no aperfeiçoamento da vida terrestre. Com esses elementos, fez uma revolução espiritual que permanece no globo há dois milénios. Respeitando as leis do mundo, aludindo à efígie de César, ensinou as criaturas humanas a se elevarem para Deus, na dilatada compreensão das mais santas verdades da vida. Remodelou todos os conceitos da vida social, exemplificando a mais pura fraternidade. (mais…)

Por carmen em Blog

Respiração e Concentração

19Mai

Da Respiração à Concentração/Meditação

A ciência ocidental considera a respiração somente como fenómeno fisiológico: o organismo utiliza o oxigénio para que o sangue possa alimentar as células do corpo. Parar de respirar é morrer.

Para os orientais, no entanto, através da respiração podemos também aceder a outros planos. Sendo este o único processo fisiológico duplamente voluntário e involuntário podemos acelerar, retardar, parar e recomeçar o ritmo respiratório. O acto de respirar é também psicológico e prânico pois faz parte dos planos fisiológico, psíquico e prânico (prana é a energia cósmica, que existe em tudo). Há, então, em cada um de nós, um duplo ritmo respiratório: um ligado à vida consciente e outro à inconsciente. Normalmente não temos consciência do acto de respirar. Na ciência oriental, a respiração é elevada ao nível da percepção lúcida: podemos ter a iniciativa e controlar o fluxo de ar. Ainda segundo a ciência oriental, a respiração duma pessoa sadia faz-se mais fortemente por uma narina que por outra. A respiração alterna de duas em duas horas em cada narina. A narina esquerda é a que mais frequentemente funciona mal pois é por onde circula a corrente negativa. Sendo a respiração de vital importância e tendo os orientais essa consciência, praticam vários exercícios respiratórios sendo os mais comuns os chamados de respiração Pranayama (de prana + Yama = controlo, domínio, manipulação) ou seja, domínio do alento vital e da energia da vida. As duas técnicas mais vulgares são a do Pranayama purificador que purifica as células e equilibra o sistema nervoso e o concentrador cuja prática constante abre a percepção interior e activa os centros de força, principalmente o Coronário e o Frontal. (mais…)

Por Filipe em Blog

Sonhar é preciso

17Mai

A ciência Oficial já provou que passamos 1/3 de nossas vidas dormindo. Uns mais, outros talvez um pouco menos; que os bebês no útero materno dormem e sonham; que se não dormíssemos por mais de 48 horas teríamos alucinações, com flash de realidade e sonhos e poderíamos até enlouquecer entre outras conseqüências.

Diante das comprovações científicas somos levados a afirmar que além do sono, que fortalece a nossa imunidade, tão necessária ao nosso bem estar psicosocioemocional, os sonhos são outra necessidade básica do ser humano.

O sono é uma função normal, natural, fisiológica e importante para a reposição de energias gastas enquanto estamos em vigília. É através dele que reequilibramos as forças, depois do desgaste com o trabalho físico ou intelectual. É natural que depois do trabalho tenhamos o repouso para retemperar-nos. Dentro desse contexto vamos encontrar os distúrbios do sono como a Insônia, que são as dificuldades de conciliar o sono, no início, no meio ou no fim… ou a Hipersonolência que faz com que o indivíduo durma de pé… (mais…)

Por admin em Blog

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